Lá fui eu no meu horário de almoço corrido para resolver uma tal mensagem ameaçadora que recebi no meu celular: "Seu plano que faz você ser feliz com telefonia celular acaba fim do mês. Se quiser continuar, entre em contato conosco".
Após tentativas fracassadas de contato, o que é de praxe na banzolândia, pedi ao banzo do balcão da operadora, que está com a camisa da operadora, como fazia para falar com atendente, pois o atendimento eletrônico só me oferece coisa inútil e nunca consigo falar com um ser humano. O banzo me diz: "fácil, basta escolher a opção Falar com o Atendete". Eu sabia que não tal opção não existia mas para demonstrar interesse eu tentei mais uma vez, na frente dele, e sem sucesso pedi para ele que o fizesse, usando meu celular.
Após 10 minutos de caras e bocas contorcidas demonstrando claramente a total confusão do banzo ele me olha dizendo "Rapaz... não consegui... perae.. Ei! Fulana! Como é aquele macete para falar diretamente com o atendente?" , a banza Fulana responde gesticulando dizendo "me passe o aparelho".
Ela disca, diz "Cadastro", aguarda, diz "Mais informações" e, como um passe de mágica, a atendente está no telefone.
Detalhe importante, a primeira pergunta que o atendimento eletrônico lhe faz é: "Você quer produto X? Responsa SIM ou NÃO".
Bahianzolãndia 1 x 0 Banzo Killa'
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Um comentário:
O pior e que um dia talvez nos tenhamos de pagar por este tipo de atendimento....
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